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Artigos e análises de desenho urbano

Como o “zero” se tornou o maior número na segurança viária

Conforme o relatório Global status report on road safety 2013, da Organização Mundial da Saúde (OMS), apenas 7% da população mundial é regida por leis abrangentes de segurança viária. Num mundo que já se depara com 1,24 milhão de mortes por colisões de trânsito e com o aumento do uso de veículos motorizados, esta é uma perspectiva assustadora e faz com que entendamos a segurança no trânsito somente pelo comportamento dos condutores.
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As consequências do excesso de velocidade

Os limites de velocidade são estabelecidos em função do tipo, da geometria e das condições da via, da categoria de veículos que nela circulam, assim como, dos conflitos de tráfego no entorno. Vale ressaltar que condições climáticas adversas também interferem na escolha da velocidade segura para trafegar.
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Diminuição da velocidade em vias urbanas pode salvar vidas

As altas velocidades nas ruas das cidades causam muitas mortes. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), apenas em 2010, mais de 1,2 milhão de pessoas em todo o mundo perderam a vida em acidentes de trânsito. O Brasil está em 4º lugar entre os países que mais matam. Números alarmantes que precisam ser vistos e encarados como prioridade pelos governos.
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Transporte sustentável é aliado para salvar vidas

Quando o governo de Angola decidiu investir na infraestrutura para os automóveis viu o número de acidentes e mortes disparar. “As pessoas passaram a usar mais o carro e percebemos que não era essa a direção”, explicou Jose Van-Dunem Ministro da Saúde de Angola. O país africano voltou seus esforços, então, à qualificação do transporte coletivo e não motorizado, beneficiando mais pessoas. A mesma receita foi seguida por países como Luxemburgo, Finlândia, Etiópia e a cidade de São Paulo, que registram hoje vidas salvas com o incentivo a medidas de transporte sustentável.
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